No último final de semana participei auxilando na organização – como pré-selecionador, coordenador de ensaio e, finalmente, como membro da Comissão Julgadora (aqui junto com o Jélson Domingues e a Giovana Camisa) – do 6º Aimone em Canto, ótimo festival de música estudantil do Arroio Grande, que vem se firmando a cada ano como parte das comemorações do aniversário da Escola.
segunda-feira, 25 de junho de 2012
6º AIMONE EM CANTO
No último final de semana participei auxilando na organização – como pré-selecionador, coordenador de ensaio e, finalmente, como membro da Comissão Julgadora (aqui junto com o Jélson Domingues e a Giovana Camisa) – do 6º Aimone em Canto, ótimo festival de música estudantil do Arroio Grande, que vem se firmando a cada ano como parte das comemorações do aniversário da Escola.
sábado, 23 de junho de 2012
CARLOS FRANCISCO (CIZICO)
sexta-feira, 15 de junho de 2012
CESARE BATTISTI
quinta-feira, 7 de junho de 2012
DISTRITOS DE ARROIO GRANDE-SANTA ISABEL
sábado, 26 de maio de 2012
DISTRITOS DE ARROIO GRANDE-MAUÁ
terça-feira, 22 de maio de 2012
DISTRITOS DE ARROIO GRANDE-PEDREIRAS
O Município
de Arroio Grande, formado pela Sede Urbana e pelos Distritos de Mauá,
Pedreiras e Santa Isabel, possui uma área total de
2.514 kms2, e conta, atualmente, com cerca de 20 mil habitantes, sendo que,
destes, menos de dois mil (inferior a 10%) residem na zona rural.* Fontes: "Município de Arroio Grande" - Alvaro O Caetano, 1945; e IBGE.
terça-feira, 8 de maio de 2012
"UM ÁS DO JÚRI"
8 de maio de 1912. Há cem anos nascia, em Pelotas, Ápio Cláudio de Lima Antunes.
Em resposta aos elogios do Ápio, o Pedro - que tinha pelo velho colega e professor uma deferência igualmente extraordinária -, costumava dizer: "Doutor, o Sr. é muito gentil, muito generoso, mas também bastante exagerado em suas palavras". Ao que o Dr. Ápio retrucava: "Para a sua inteligência e a sua oratória não existem exageros, doutor"...
sábado, 5 de maio de 2012
73 ANOS
sexta-feira, 27 de abril de 2012
CERTAS MANHÃS DE ABRIL(*)
sábado, 21 de abril de 2012
POESIA-MEMÓRIA
Publicado em abril de 1965, o soneto "Ruínas" (acima) transformou-se num clássico da poesia local. O autor, Lauro Machado, poeta sensível e delicado, colaborou com vários poemas para o jornal "A Evolução" e outros periódicos da região. (Lauro Machado - A. Grande, abril de 1965)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
PERSONAGENS DO ARROIO GRANDE (VII) - JOÃO TEIXEIRA, O "MARTA ROCHA"
A sequência do verso "minh'alma clama a liberdade em que vivi", onde o Basílio diz - "sabe que existe outro caminho por aí", na canção Delírio (postagem abaixo), tem a sua origem numa frase de João Fernandes Teixeira - o Marta Rocha - figura ímpar da Cidade, que viveu em Arroio Grande de 1942 até 11/12/1978, quando faleceu precocemente aos 36 anos de idade.Inteligente e falastrão, irreverente e beberrão*, o Marta - que tinha esse apelido em razão do longos cabelos loiros, que os amigos comparavam aos da conhecida beldade baiana Marta Rocha, eleita Miss Brasil no ano de 1954, mas que se tornaria famosa por perder o título de Miss Universo nos EUA por alegadas "duas polegadas a mais" (uma versão divulgada por um jornalista da Revista "O Cruzeiro", jamais comprovada, mas que mexeu com o orgulho nacional) -, João Teixeira foi um tipo extraordinário da Cidade, especialmente pelo que representou no cenário político, como "guru" da esquerda local - do antigo trabalhismo ao MDB.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
DELÍRIO
Basílio Conceição (1953-1990).sábado, 31 de março de 2012
HÁ 30 ANOS...

quarta-feira, 28 de março de 2012
sábado, 24 de março de 2012
DETENÇÃO DE PODER

Os piores são os professores de matemática, seguidos ‘mui’ de perto pelos de física. Depois, vêm os mecânicos, os economistas e os advogados; por último, os técnicos em informátic, estes atualmente já meio contraditados pelas próprias informações da internet.
Todos eles representam um tipo de profissional que detém o conhecimento inacessível para a maioria dos mortais, e, o que é pior, todos eles fazem de tudo para que ninguém, ou – vá lá! – muito pouca gente, se aproprie desse conhecimento.
São os “detentores do poder”, aqueles que conhecem o que de mais complicado existe: as fórmulas matemáticas e físicas, os motores dos automóveis, as contas públicas, os pergaminhos legais e os transistores dos computadores.
Eu nunca soube de nenhum professor de matemática ou de física que fizesse questão absoluta de simplificar aquelas fórmulas complexas expostas no quadro negro. Normalmente, eles se colocam a uma distância segura dos alunos e quando interagem com a platéia é para sentenciar: “É bem fácil, muito simples, mas se vocês não entenderam até agora...”.
O mecânico é semelhante, só muda de localização. Normalmente, ele sai debaixo de um carro (após uma meia hora de espera do cliente, parado na porta da oficina...), depois escuta (quase sempre olhando para o chão) a informação sobre o problema do veículo, para, finalmente, declarar: “Deve ser... (tem o clássico ‘a rebimboca da parafuseta’) daqui a duas horas 'ta resolvido”. Dez horas depois, quando o carro finalmente fica pronto, a gente paga e vai embora, sem saber exatamente o que aconteceu, mas pelo menos sai feliz com o conserto.
Já os economistas, os advogados e os técnicos em informática têm o mesmo tipo, de falar muito, quanto mais possível, de maneira que a gente se atrapalha logo quando está começando a compreender o que eles dizem, até ficar novamente sem entender nada.
Detenção de poder – todo mundo gosta de exercer, ao menos por um dia, nem que seja como “leão de chácara”, que decide ali, na hora, no ato, se o ‘di menor’ pode ou não entrar no cabaré.
Detenção de poder – estar com um microfone na mão, usar um espaço no jornal para criticar todo mundo, tudo com a certeza de que as pessoas atingidas não terão a mesma oportunidade.
Detenção de poder – os professores de matemática e de física têm, os economistas e os advogados têm, os mecânicos e os técnicos em informática têm, os radialistas e os jornalistas têm, quase todos possuem, ainda que pelo conhecimento que adquiriram ao longo das suas vidas como profissionais.
Já os políticos são aqueles que melhor experimentam essa sensação de “detenção do poder”, muito embora a imensa maioria deles não saiba nada de matemática, nem de física, nem de mecânica, nem de economia, nem de informática, nem de jornalismo, nem de direito, nem de nada!
Mas, afinal, se até os “leões de chácara” podem...














